• 25.04.2015Sem categoriaCOMPARTILHAR Deixe um Comentário

    Reproduzo abaixo matéria do D24AM sobre a expansão das linhas de telefonia celular em Manaus. Como já disse alguém : “TÁ EXPLICADO!”. Fica claro que houve uma expansão de linhas desproporcional aos investimentos em antenas e estações de serviço.

    Leia a matéria:

    Amazonas ganha 103,8 mil novas linhas de celulares em um ano

    No Amazonas, a teledensidade subiu de 106,72 linhas para cada cem habitantes,  em janeiro, para 107,51 em fevereiro.

     


    Com o aumento, há 10,7 números ativos para cada dez habitantes no Estado. Foto: Sandro Pereira

     

    Manaus - O Amazonas abriu 103,8 mil novas linhas móveis entre fevereiro de 2014 e de 2015. O crescimento no mercado de telefonia foi de 2,5% em um ano, apontam os dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). No Estado, existem 10,7 números de celular para cada dez habitantes.

    Somente no primeiro bimestre do ano, o Amazonas recebeu 36,5 mil novas linhas móveis, uma média de 618,6 novas aquisições por dia.

    A teledensidade, que é quantidade de números de celular em comparação com habitantes do Estado, também cresceu. A Anatel calcula o número de linhas para cada cem habitantes. No caso do Amazonas, esse número saiu de 106,72 linhas em janeiro deste ano para 107,51 em fevereiro. Ou seja, existem 10,7 números de celular para cada dez habitantes no Amazonas. Em fevereiro de 2014, a teledensidade do Amazonas era de 106,62.

    O número proporcional é um dos mais baixos da Região Norte, que tem 117,61 linhas de celular para cada cem habitantes. O Amazonas está atrás do Acre (115,72), Amapá (122,31), Pará (114,91), Rondônia (140,73) e Tocantins (135,50).

    Até fevereiro, o Amazonas tinha mais de 4,2 milhões de números de celular ativos. No mesmo mês de 2014, esse quantitativo era de 4,1 milhões.

    O Brasil registrou, em fevereiro, 282,56 milhões de linhas ativas na telefonia móvel e teledensidade de 138,66 por 100 habitantes. No País, 75,66% das linhas são pré-pagas, enquanto 24,34% são números pós-pagos.

    O crescimento nacional foi de mais de 856 mil novas linhas ou 0,30% em relação a janeiro. Já nos últimos 12 meses o avanço foi de 3,61%, com mais de 9,9 milhões de novos assinantes. A quantidade e a participação percentual dos acessos 2G vêm sofrendo redução constante com o avanço das demais tecnologias, como 3G e 4G.

  • Do d24am:

    Após quatro anos de trabalho, conversas com Milton Hatoum e a sedução pelo best-seller, quadrinistas lançam HQ em Manaus.

     

    Fábio Moon e Gabriel Bá respondem perguntas do público no lançamento da graphic novel no Largo de São Sebastião. Foto: Henrique Saunier

     

    Manaus - As semelhanças entre a relação dos quadrinistas Fábio Moon e Gabriel Bá e as personagens Yakib e Omar, do livro do autor amazonense Milton Hatoum, “Dois Irmãos”, se limitam ao fato de ambos serem gêmeos. Se no romance, a história mostra uma relação de rivalidade e até mesmo ódio entre os protagonistas, tendo Manaus como pano de fundo, na vida real, a premiada dupla paulista mantém uma parceria e cumplicidade que transparece no seu trabalho.

    E é este trabalho que os fãs do livro e amantes de histórias em quadrinhos vão poder conferir com o lançamento de “Dois Irmãos”, em formato de graphic novel. Fábio e Gabriel estiveram no Largo de São Sebastião, no Centro de Manaus, nesta sexta-feira (24), para apresentar o resultado de um trabalho de quatro anos, onde responderam perguntas de admiradores de sua obra e autografaram exemplares do livro, editado pela Companhia das Letras. Com esta versão, os icônicos personagens de Hatoum agora ganham vida visualmente e deixam de existir apenas na imaginação dos leitores.

    Fábio Moon conta que a ideia inicial da adaptação partiu do editor de quadrinhos da Companhia das Letras, André Conte, que viu os irmãos conversando com Milton Hatoum em um festival de literatura, em 2009. “Naquele momento, meio que desconversamos, pois sabíamos que era um livro complexo e que daria trabalho, além de estarmos produzindo o “Daytripper” (2011). Mas a pulga ficou atrás da orelha, e continuamos as conversas com a editora e o Milton, e vimos que era tudo o que queríamos colocar em uma história em quadrinhos”, lembra.

    Processo criativo e conversas com Hatoum

    Boa parte do processo de produção do livro foi dedicado ao roteiro, feito em parceria entre os gêmeos. Já no que diz respeito aos desenhos, como cada um possui um estilo diferente, houve uma divisão maior no trabalho de ilustração, de acordo com os autores.

    Gabriel Bá também falou um pouco sobre o retorno dado por Hatoum quando foi apresentado ao autor os esboços dos personagens, uma das poucas intervenções do amazonense. “Os personagens fluíram, mas a Zana, quando fomos mostrar para o Milton a nossa ideia inicial sobre como ela seria, descobrimos que ele tinha uma ideia completamente diferente, então foi o único personagem que mudamos depois de conversar com o autor”, relata.

    O romance gira em torno da relação entre dois irmãos gêmeos, Yaqub e Omar, em uma família de origem libanesa que vive na capital amazonense, passeando pela história de imigrantes que se dedicam ao comércio, em uma Manaus economicamente em decadência.

    Os quadrinistas fizeram ainda algumas visitas a Manaus e conversaram com historiadores para tentar materializar nos seus desenhos uma cidade que agora apenas existe na memória dos habitantes mais antigos. Mas, muito além de uma homenagem à obra de Hatoum, os irmãos buscam realizar uma fusão entre mundos até então distintos. “Queremos seduzir os fãs de quadrinhos do mesmo jeito que o livro nos seduziu”, completa Fábio Moon.

  • Fernando Haddad em Manaus, então Ministro da Educação, visitando uma escola municipal.

    O Prefeito Fernando Haddad entrou na Justiça para que a lei aprovada pelo Congresso e sancionada pela presidente (ou presidenta, como queiram) prevaleça na questão dos indexadores da dívida do município de São Paulo.

    Sua atitude causou perplexidade no Palácio do Planalto, mas ele tem toda razão.

    Foi eleito pelo povo da cidade de São Paulo e tem a obrigação defender os interesses do seu Município. E, principalmente, no mérito tem toda razão.

    São Paulo em 2000 renegociou suas dívidas com o Governo Federal. Foi imposta a taxa de 19% ao ano. Devia 10 bilhões. Hoje já pagou 20 bilhões, mas deve 60 bilhões. Pode Arnaldo?

    Na negociação, no final do ano passado, foi aprovada uma lei que revê os indexadores e isso altera apenas o saldo devedor que no caso de São Paulo passa de 60 bi para 35 bi. Isso permitirá a São Paulo contratar novos empréstimos. É disso que se trata. Somente isso.

    O Governo Federal, no entanto, não regulamenta e “empurra com a barriga” da mesma forma que ele, Fernando Haddad, nos empurrava quando éramos prefeitos – eu, Eloy Pietá, Newton Lima e tantos outros – e ele era Ministro da Educação. (foto acima).

    Nem por isso deixarei de dizer que ele está certo.

    Vai em frente, Haddad.

  • No próximo dia 29, quarta-feira, o STF julgará processo da maior relevância para o futuro do polo de componentes na Zona Franca de Manaus. Em repercussão geral será decidido se a venda de componentes, partes e peças e ou insumos produzidos aqui para integrarem o produto final fabricado em outro ponto do território nacional gera, ou não, crédito de IPI.

    O entendimento da SUFRAMA, e de todos nós, é que gera o crédito de IPI, porque senão não é isenção, mas sim diferimento.

    Já a tese da Receita Federal e da Fazenda Nacional vai no sentido inverso com o apoio do Ministério Público Federal.

    A relatora é a Ministra Rosa Weber.

    Abaixo o resumo do processo:

  • O deputado Serafim Corrêa (PSB) voltou a falar, na tribuna da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), na manhã desta quinta-feira, 23 de abril de 2015, sobre as invasões na área do Distrito Industrial 2, pertencente à Superintendência  da Zona Franca de Manaus (Suframa), que, mesmo depois de uma reintegração de posse no último dia 16 de abril, voltou a ser ocupada.

    “A invasão ocorre em terrenos que já foram vendidos para empresas que serão instaladas no Distrito 2 e a terrenos de propriedade da autarquia. Na sequencia, a Justiça determinou a retirada dessas pessoas, que, com todo respeito, servem de “massa de manobra” para grileiros que estão por trás delas. No local, foi montado um grande esquema de segurança e elas foram retiradas. Desde então, as empresas começaram a tomar conta da área, ou seja, erguem, durante o dia,  cercas e outras estruturas a fim de que possa acabar com  o problema, mas durante a noite, os invasores voltam e derrubam tudo”, disse.

    “O meu receio é de que, na ausência do Estado e do aparelho policial, para garantir a decisão da Justiça, isso possa virar um confronto sangrento. Faço um apelo às autoridades para que sejam tomadas as devidas medidas de segurança para evitar um problema maior”, apelou.

    “As mesmas pessoas que invadiram terras na década de 1990 em Manaus, são as mesmas pessoas que continuam invadindo terras nos anos 2000. É um problema crônico. Nós temos essas pessoas identificadas e, como o senhor bem colocou, é necessário levar aos tribunais essas lideranças. A operação da Suframa, que é não é uma atribuição da segurança pública do Estado, porque se tratam de terras federais, foi bem sucedida. Enquanto a Justiça Federal necessitar  do nosso trabalho, nós estaremos à disposição”, respondeu o titular da Secretaria de Estado de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), Sergio Fontes.

    Cidade Nova

    O deputado Serafim Correa também lembrou o aniversário do bairro Cidade Nova, que nesta data, 23 de abril, completa 34 anos.

    “Hoje, faz 34 anos que a Cidade Nova foi inaugurada. Hoje, é o maior bairro de Manaus: com o maior número de habitantes e de empresas. Minhas homenagens ao ex-governador José Lindoso, seu fundador, e meus parabéns ao bairro Cidade Nova.

  • No Amazonas, em algumas situações, a comercialização de carnes provenientes de abatedouros clandestinos é um problema de saúde pública. Com o objetivo de garantir ao consumidor o conhecimento sobre a origem do alimento adquirido foi apresentado pelo vereador Marcelo Serafim (PSB), à Mesa Diretora da Câmara Municipal de Manaus (CMM), o Projeto de Lei n ˚027 /2015 que obriga a fixação de cartazes em açougues e comércios do ramo, informando a procedência da carne comercializada na cidade.

    “O Código de Defesa do Consumidor garante à informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços voltados para o ramo alimentício, com especificação correta da quantidade, característica, composição, qualidade, tributos incidentes e preço dos alimentos vendidos, com esta propositura queremos assegurar a população os esclarecimentos sobre a procedência da carne comprada.”, explicou Marcelo Serafim.

    De acordo com o vereador o Projeto de Lei estabelece a fixação dos cartazes com as informações sobre a origem da carne vendida aos clientes em locais de fácil visualização e devem conter nome completo do frigorífico, aviário ou afim com endereço, inscrição estadual, CNPJ e telefone para contato. O não cumprimento da Lei implicará ao estabelecimento comercial as penalidades de advertência, multa de dez mil UFM em caso de reincidência e até a suspensão do Alvará de Licenciamento na terceira constatação do descumprimento.

  • Por Francisco Cruz:

    Há pouco menos de um século, o mundo vivia a expectativa do regime comunista em implantação na União Soviética (país mais atrasado da Europa), que pretendia corrigir as imperfeições do regime capitalista e reduzir desigualdades.

    Sem promover as prometidas melhorias aos trabalhadores, em nome de quem foi feita a revolução, o regime não resistiu.

    Contraditoriamente, a derrocada começou em 1980 com o movimento de operários poloneses insatisfeitos. Sucumbiu em 1989 tendo como marco histórico a queda do muro de Berlim.

    Do regime restam duas “prisões perpétuas”: Cuba e Coreia do Norte, além de “arremedos comunistas”, que tentam prosperar na América Latina, região que sempre se encantou com essas aventuras e, talvez, se deva a isso o seu atraso secular.

    Cansada dos fracassos comunista, a China abriu suas fronteiras ao capital estrangeiro adotando a economia capitalista. O sucesso é extraordinário. Em breve se tornará a maior economia do planeta e já afastou da pobreza uma quantidade de pessoas sem precedentes na história, embora na política continue fechada, condição cada vez mais difícil sustentar.

    Enquanto isso, sem imaginação, os “arremedos latinos” repetem a regra falida de um século atrás. Tentam assumir o poder tendo como modelo a ditadura cubana fantasiada do tal “Socialismo do Século XXI”, escudo da ditadura bolivariana, cuja estratégia é a perpetuação no poder, objetivo único das ditaduras de qualquer origem, com resultados desastrosos para o povo.

    É impressionante a atração que sentem pela certeza do fracasso. Todos querem seguir ao encontro de Cuba, que sempre viveu da caridade russa, depois da (hoje miserável) Venezuela e atualmente do Brasil, que se vale de subterfúgios de toda ordem para cumprir esse papel. Contribuição maior, porém, vem dos cubanos que arriscaram a própria vida em busca da liberdade e fugiram para Miami. O “Imperialismo Americano” deu a eles as oportunidades que nunca teriam e de lá remetem aos parentes impedidos de sair da ilha, mais de um bilhão de dólares por ano.

    Se o comunismo não deu certo no século passado, não há a menor chance de acontecer no mundo atual. O regime tem sério problema de gestão. De pronto peca em inchar o estado e num aparelhamento desmedido distribuir cargos relevantes aos camaradas despreparados para gerir, deixando a burocracia estatal exposta a aversão que o regime tem pela meritocracia.

    Max o grande teórico do comunismo, não fez abordagem alguma sobre gestão. Sequer tratou de estudar alternativas de como administrar as mudanças radicais provocadas pela expropriação do capital privado, mandamento primeiro do regime, cuja intervenção desorganiza fundamente os sistemas econômico e político. Sem essa receita do “guru”, seus seguidores desprezam o aspecto gerencial, que consideram coisa do “capitalismo burguês”.

    Sem solucionar essa questão e baseado em uma teoria que não se renova há mais de um século, tudo se mostra inadequado diante da complexidade do mundo atual, o que joga os estados comunistas no fosso da governança ineficaz.

    O Brasil é a prova mais evidente desse retrato. A esquerda levou o País ao fundo do poço e, sem opção, foi buscar um economista formado no centro do capitalismo americano, que tanto detestam, para reparar os estragos, pois, nos seus quadros não encontrou ninguém com competência e credibilidade internacional.

    Veja-se o caso da Petrobras, empresa que sempre buscou a excelência a partir do preparo dos seus colaboradores, não resistiu à receita de perpetuação no poder do atual governo.  Os dirigentes que lá estiveram nesses 12 anos produziram resultados desastrosos, que embasa o argumento do despreparo. Está claro que se limitaram a cumprir exclusivamente o projeto de poder, que, como já tinha mostrado o “mensalão”, consistia em amealhar recursos para compra de apoios e cooptação de partidos, com os quais eram negociados cargos, sob critérios que nunca levaram em conta o preparo e a competência exigida na governança corporativa.

    Seguindo esse roteiro, tudo indica que mesmo que o partido não se tivesse utilizado da empresa para provocar o maior escândalo financeiro de todos os tempos, a gestão era comprometedora e a levaria não muito distante do fracasso atual, como bem mostrou o balanço recentemente publicado.

    Todas as decisões eram tomadas no campo político, sem nenhum compromisso com a saúde econômico-financeira da empresa, preocupação que a esquerda parece não ter. O estado pode tudo. Avaliam.

    Nessa ganância pelo poder, sequer foi levado em conta a história da Petrobras, sob a qual se refugiam hoje e por meio da propaganda enganosa, marca registrada do regime, apelam para o nosso sentimento patriótico que nunca respeitaram, com o argumento de que a empresa é estratégica para o País. O que buscam de fato é melhorar a irremediável mancha da incompetência com que carimbaram a imagem da empresa e a dignidade nacional.

    É certo que houve um momento que explorar o petróleo diretamente era estratégico. Daí nasceu a Petrobras. Hoje não tem mais o menor sentido, pois nasceram outros instrumentos que transferiram essa importância da empresa para a Nação. A existência dela hoje sob o controle acionário do País, (com apenas 32% do capital, o restante já pertence a pessoas físicas e jurídicas brasileiras e estrangeiras) tem se mostrado um mero instrumento político do governo sem qualquer benefício à população. O resultado está aí: corrupção desmedida.

    Estratégico é o petróleo que está no subsolo. A Petrobras não, repito. Tome-se como exemplo o minério e a telefonia. Lá atrás beneficiar o minério de ferro e as necessidades de telecomunicações eram vitais à industrialização do País, portanto, estratégicos. Cabia ao Estado estimular o desenvolvimento. Fundou a Vale, a Embratel e depois a Telebrás. Na década de 1990 foram privatizadas. Já tinham cumprido o seu papel estratégico.

    É preciso esclarecer que as reservas de minérios continuam a ser estratégicas para o País, a produção diretamente não. E o subsolo onde estão, não foi privatizado. Do mesmo modo as telecomunicações. Privatizado foram equipamentos, prédios, móveis, veículos etc., as “frequências” (espaço por onde trafegam voz e dados) único elemento estratégico, não. São propriedades do País, que as usará estrategicamente como bem lhe aprouver.

    Depois da quebra do monopólio, uma grande decisão brasileira, o procedimento com o petróleo se dá da mesma forma. As reservas petrolíferas não são da Petrobras, mas do Estado Brasileiro e continuam sendo estratégicas para o País.

    Além de tantos outros, o exemplo mais contundente nesse aspecto é o de Eike Batista, que ao comprar do governo, (e não da Petrobras), a concessão de uma área para prospectar e explorar petróleo, em concorrência pública, deu com os burros n’água.  O petróleo que lá encontrou, mostrou-se economicamente inviável. Teve de assumir um prejuízo, que outrora teria sido da Petrobras.

    É balela, pois, afirmar, como fazem os governantes, que a Petrobras é estratégica para o País. Se tivesse entrado no programa de privatização dos anos 1990, teria sido um extraordinário avanço e o nosso País não estaria passando por esse desavergonhado escândalo financeiro que combaliu a empresa e nos projetou para o mundo como um povo incompetente e nada sério.

    Privatizar a Petrobras e outras empresas estatais ainda escondidas atrás da burocracia nacional é uma necessidade inadiável. Todas deixaram de ser estratégicas. Estratégico hoje é reduzir esse espaço propicio à corrupção e ao interesse político menor.

    Afinal, o que leva os partidos políticos a se digladiarem pelo comando das estatais? Certamente uma pergunta para a qual todos nós temos a resposta.

    Francisco R. Cruz.

    [email protected]

    Abril de 2015

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