A nova forma de fazer política

No final do ano de 2007, apresentei ao orçamento geral da união, uma emenda de bancada que possibilitava a cidade de Manaus receber uma verba de doze milhões de reais. Esses recursos deveriam ser empenhados, ou seja, pronto para pagamento até o final do ano de 2008.

Conversei diversas vezes com o Ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, sobre as possibilidades que tínhamos para liberar a emenda. O tempo passava e minha cobrança aumentava. Passada a eleição, recebo um telefonema do ministério informando que o dinheiro podia ser liberado, mas que dependia de um oficio a ser remetido ao ministério.

Tínhamos perdido a eleição, se fizesse o documento, estaria entregando na mão de um adversário R$ 12.580.000,00 para um projeto extraordinário que possibilitaria que o prefeito implantasse duzentos e vinte centros de inclusão digital na periferia de Manaus. Não pensei duas vezes, entre mandar recursos para um adversário de Manaus e deixar que os mesmos recursos fossem para outro estado. Preferi liberar o dinheiro e acompanhar a implantação do projeto que sonhei e idealizei.

Cerca de um mês atrás, o ministro conversou novamente comigo e me informou que estava pronto para depositar os recursos na conta da prefeitura de Manaus. Solicitei a ele que depositasse com urgência, pois queria que os centros fossem implantados rapidamente. O depósito foi feito, o dinheiro está na conta e reafirmado o meu compromisso com minha cidade.

Essa iniciativa possibilitará que milhares de jovens tenham uma porta de entrada para a informática e futuramente para o mercado de trabalho. Os centros serão inaugurados na presença dos meus adversários e na minha ausência. Essa é a forma diferente de se fazer política. Não sou aliado de Amazonino Mendes, nem o serei, no entanto, torço de longe pelo sucesso desta administração, pois o seu insucesso representará o sofrimento dos Manauaras e isso não posso desejar.

Até Quinta!

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